terça-feira, 30 de setembro de 2014

Urinar no lugar certo




Uma grande vantagem dos gatos em relação aos cães como animais de estimação é a caixa de areia (caixa de dejetos). A grande maioria dos gatos usa a caixa com muito prazer, sem precisar ser ensinado, ele é naturalmente atraído a fazer suas necessidades nesse local.

Porém, alguns gatos podem urinar, ou menos frequentemente, defecar fora da caixa. Isso pode acontecer por vários motivos:

. A caixa de areia está muito perto da sua comida e água ou da área de descanso. Os gatos não gostam de fazer suas necessidades próximas ao local onde se alimentam, por isso a(s) caixa(s) de areia devem sempre ficar longe da área de alimentação e descanso.

. O número de caixas de areia não é suficiente. Em lares com mais de um gato, é importante levar esse fator em consideração. Muitos bichanos usam a mesma caixa dos outros, sem problemas, mas alguns não toleram. O ideal, para quem tem mais de um gato, é ter não somente mais caixas (no mínimo 2 por gato), mas caixas espalhadas por mais de um lugar, para que questões territoriais não impeçam um gato de usá-las.

. O material não é tolerado pelo gato. Atualmente existem muitos materiais para a caixa de gatos, desde a areia até materiais à base de sílica. Teste os diferentes materiais e perceba se seu gato tem preferência por algum deles.

. A caixa não é limpa com frequência. Alguns gatos não toleram sujeira na caixa. Nesses casos, a caixa deve ser limpa sempre que o animal usá-la, ou mais caixas devem ser adicionadas ao ambiente.

. Mudanças territoriais. Os felinos são animais muito territoriais, ou seja, qualquer mudança no seu território pode trazer estresse e alterações comportamentais. A marcação territorial com urina, e em alguns raros casos com fezes, pode surgir em um contexto desses. É importante ressaltar que as mudanças mais sutis no território podem ser suficientes para uma reviravolta no comportamento do gato, por isso, se o seu bichano for muito sensível, evite mudanças desnecessárias no ambiente, como a introdução de novos animais, mudança de lugar de móveis, reformas e mudanças de casa. Caso sejam necessárias, as mudanças devem ser feitas de modo gradativo.

. Saúde. Problemas com a mobilidade, como fraturas, artrose ou discopatias podem afetar o uso da caixa de areia. Algumas doenças, como cálculos, infecções urinárias e verminoses também podem alterar o uso da caixa pelo gato. Além disso, viroses como FIV e FELV podem causar alterações no comportamento dos bichanos. Por isso, problemas de saúde devem ser descartados antes de tentar mudar o comportamento de eliminação do gato.



Receita para eliminar o cheiro do xixi do seu felino

Essa receita caseira elimina completamente o cheiro de urina de gato de tapetes, sofás, e qualquer tecido onde o bichano tenha marcado o território. É importante remover completamente o cheiro para evitar que o animal retorne ao local para urinar.

Ingredientes:

Bicarbonato de Sódio,Vinagre branco,Detergente de lava-louças,Água oxigenada 3%

Se a urina for recente, absorva tudo com papel toalha ou uma toalha velha. Se a urina já tiver secado, vc pode verificar os locais que eles urinaram usando uma luz negra.Depois, molhe a área com uma solução de 50% de vinagre branco e 50% de água. Molhe o bastante para a solução penetrar em todo o tecido. Deixe secar, ou use um secador para acelerar o processo. O ácido do vinagre neutraliza o odor de amônia da urina do gato.Coloque uma boa quantidade de bicarbonato de sódio sobre a área, e espalhe por cima uma solução de ¼ de xícara de água oxigenada misturada a uma colher de chá de detergente de lava-louças. Esfregue bem com uma escova ou mesmo com os dedos, protegidos por uma luva, para dissolver o bicarbonato de sódio e ele penetrar bem no tecido. Deixe secar e passe o aspirador de pó.O vinagre vai neutralizar o odor da amônia e a água oxigenada é um poderoso oxidante capaz de matar as bactérias que causam o cheiro de urina. O bicarbonato de sódio é conhecido por ser capaz de absorver odores. Vc pode jogar um pouco por cima do carpete e depois aspirar, uma vez por mês, para manter o carpete sem cheiros o tempo todo.Se o local já está muito “marcado”, pode ser necessário repetir o processo por alguns dias até eliminar completamente o cheiro.


Promoção da ROYAL CANIN eu curto gato

Vamos participar  é uma promoção para ajudar  os gatos  eu já participei  .Olha  o que você precisa fazer  para participar .







CLICA NA IMAGEM  QUE VAI PARA O SITE  DA ROYAL CANIN 




sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Cães também podem ter problemas na coluna. Saiba como identificar





. É habitual cachorros com pequeno porte, coluna alongada e patas curtas apresentarem problemas na coluna ou animais com características opostas a estas. Juntos aos beagles, yorkshires, boston terrier, bulldog francês e pastores alemães, os salsichas estão entre as raças mais comuns de cachorros a terem dores de coluna, que podem ser causadas por lesões ou fraturas nas vértebras ou na medula.

O tratamento para as dores na coluna pode variar entre o conservador ou o cirúrgico e depende de fatores como o tipo de lesão, idade e condição financeira do tutor.
Os tratamentos para dores de coluna podem ser muito caros. . Nem todas as pessoas tem condições financeiras de arcarem com o tratamento dos cães, o que reflete o problema de não haver hospital público para animais no estado de Pernambuco, apenas o da Universidade Federal Rural de Pernambuco (Ufrpe) que acaba estrangulado com a quantidade de atendimentos.

A Secretaria-executiva de Direitos dos Animais (SEDA) da Prefeitura do Recife, tem um projeto de construção de um hospital público com atendimento de emergência 24 horas para cães e gatos. A obra está orçada em R$ 3,4 milhões e tem prazo de conclusão em abril de 2015. Mas não começou ainda. Segundo a assessoria de imprensa da Seda a ordem de serviço deve ser assinada até o final deste ano.

Como tratar

Muito animais têm problemas de coluna como bicos de papagaio ou hérnia de disco e precisam de tratamentos como acupuntura, fisioterapia ou hidroginástica para aliviarem as dores, principalmente os peludos idosos. “Depois que o animal tem algum problema de coluna alguns cuidados devem ser tomados para maior qualidade de vida dele, como não deixá-lo subir e pular de locais altos ou descer escadas. É importante ter cuidado com acidentes, muitas lesões vêm de atropelamentos, por exemplo. Não aconselho deixar o cachorro solto na rua sem uma guia”, indica o médico veterinário Abel Vital Santa Cruz Chaves.

“As lesões de coluna também podem causar retenção de fezes e urina, já que o animal as vezes tem que andar se arrastando. É importante que logo quando perceba os sintomas, os tutore levem ao veterinário porque nestes casos tempo é ouro, eles podem desenvolver problemas nos rins ou até uma paralisia parcial ou total das patas”, completa o veterinário. Para os bichinhos com paralisia depois de uma lesão na coluna, também há a opção das cadeirinhas de roda adaptadas para o tamanho do pet, elas facilitam a locomoção e aumentam o bem estar. Mas nem todos podem se adaptar ao uso da cadeirinha, então é importante consultar um veterinário antes experimentar.

Como perceber que o seu peludo sente dores de colunas:

- Ele anda com as costas arqueadas e sente dificuldade de se locomover

- Dificuldade de levantar e deitar

- Ele fica arredio, protegendo o local da dor

O que fazer?

- O primeiro passo é levar o bichinho ao veterinário

- Na clínica, serão feitos exames de imagem, como raio-x e tomografia computadorizada

Como evitar que o animal tenha dores?

- Cuidado com as subidas e descidas de lugares muito altos. Se o animal costuma subir em camas ou sofás, o ideal é que haja escadinhas

- Evite caminhadas e corridas muito longas, especialmente se o cão for idoso

- Fique de olho no seu cão se ele costuma passear pela rua sem guia, atropelamentos são causas comuns de lesões na coluna

Onde comprar uma cadeirinha?

Confira uma lista de sites que fazem cadeiras de rodas sob medidas para cachorrinhos ou gatinhos de estimação:

Maxlocomotion

O site faz cadeiras de rodas para cães e gatos sob medida. Também é realizada a entrega do produto para todo o Brasil.



Vetcar

Como forma de aparelho de fisioterapia veterinária, o site Vetcar vende cadeiras de rodas também sob medidas, que os próprios clientes mandam dos animais. Tudo é feito pela internet. O aparelho é recebido pelo correio. Há entregas em todo o país.

Vida Sobre Rodas

Ateliê de aparelhos para cães e gatos de diferentes raças e tamanhos. As cadeiras de rodas são chamadas cabriolés e também são moldadas para animais com dificuldades de locomoção nas patas dianteiras.

Cardog

O cardog tem vários modelos de andadores especiais para animais domésticos de todos os tamanhos. Os preços variam de R$ 200 a R$ 550 para aqueles bichos que tem dificuldades em duas patas. No site também há um passo a passo de como tirar as medidas dos animais.

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Download gratuito do guia rápido de algumas doenças de cães e gatos

A Pet legal esta disponibilizando um download  grátis  do guia rápido de algumas doenças  de cães e gatos  , com algumas dicas  de primeiro socorro .Aproveitem .




É só clicar  na imagem  para fazer o download  ela joga na página  aproveitem !!!!!!!

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Descubra qual a idade do seu cão



Calcular a idade real (medido em anos humanos) do seu cão nem sempre é fácil, pois o tempo não passa tão rápido nos primeiros anos de desenvolvimento, se comparado em sua fase adulta. O primeiro ano do cão, por exemplo, é equivalente a 15 anos de idade nos seres humanos, enquanto que o segundo ano é equivalente a, apenas, 9 anos. Quando o cão está totalmente adulto, no entanto, cada ano canino equivalente a 4 anos humanos.

Idade do cão
Idade humana
6 meses 5 anos
8 meses
9 anos
12 meses
14 anos
18 meses
20 anos
2 anos 24 anos
3 anos 30 anos
4 anos
40 anos
5 anos 42 anos
6 anos
49 anos
7 anos 49 años
8 anos 56 años
9 anos 63 anos
10 anos 65 anos
11 anos 71 anos
12 anos 75 anos
13 anos 80 anos
14 anos 84 anos
15 anos 87 anos
16 anos 90 anos




Se você adotou em um peludo com idade desconhecida, existem algumas maneiras de descobrir quantos anos ele tem. Confira as dicas:

1. Dentes: os cães geralmente têm os dentes permanentes por volta do sétimo mês de vida. Se você encontrar com um cachorro com dentes brancos, brilhantes e limpos, provavelmente ele terá cerca de um ano de idade. Quando já estão mais amarelados, o cão poderá ter entre um ou dois anos. Se o cão apresentar uma leve formação de tártaro pode significar que ele tenha entre três e cinco anos. A falta de dentes ou desgaste severo geralmente significa que o cão é um veterano.

2. Tônus muscular: cachorros mais jovens são mais propensos a ter uma maior definição muscular. Por causa das atividades e exercícios reduzidos, os mais velhos geralmente não apresentam tanta musculatura ou estão acima do peso.

3. Pelagem: um cão mais jovem geralmente tem a pelagem macia e fina, enquanto que um cão mais velho tende a ter pelos mais espessos e grossos (e às vezes mais oleosos). Além disso, o cachorro pode apresentar manchas cinzas ou brancas, especialmente em torno do focinho.

4. Olhos: brilhantes e claros indicam cães ainda jovens. Já a aparência nebulosa e opaca, significa que o cão é mais velho.

Cães idosos
A idade em que um cão pode ser considerado idoso varia muito entre as raças. Quanto maior o cão, mais rápido ele envelhece. Uma das melhores maneiras de prolongar a vida e melhorar o desempenho de um cachorro idoso é regular cuidadosamente sua ingestão de alimentos. Alguns cachorros mais velhos fazem menos exercícios e, portanto, precisa de menos calorias. Além disso, a idade reduz a sua capacidade de digerir e absorver nutrientes e por isso, é muito importante oferecer para eles alimentos de alta qualidade especialmente formulados para as suas necessidades.

Casos de intoxicação acidental de animais saiba o que fazer




ANIMAIS DOMÉSTICOS - INTOXICAÇÃO
Os animais de estimação estão cada vez mais próximos de seus proprietários, muitas vezes suprindo a necessidade de afeto nas pessoas. Em consequência disso, estão sendo expostos aos mesmos riscos de acidentes em geral, incluindo os acidentes tóxicos, semelhante às crianças no meio doméstico. Sabemos que as nossas residências, não são locais seguros, podendo ocorrer vários tipos de intoxicações nestes ambientes.
Alguns locais de risco para os animais dentro de casa:
- Banheiro: medicamentos mal armazenados, desinfetantes de vaso sanitário, lixo contendo medicamentos vencidos, produtos para limpeza, cosméticos, etc.
- Sala/sala de jantar: Chocolate (é muito tóxico para cães), bebidas alcoólicas, inseticidas, cigarros, etc.
- Quarto: brinquedos (engolem pequenos pedaços que podem provocar obstrução), medicamentos, etc.
- Cozinha: desengraxantes, desinfetantes, gás de cozinha, etc.
- Área de serviço: naftalina, desinfetantes e limpadores, gás, raticidas, aranhas etc.

ESPÉCIES ANIMAIS MAIS ATENDIDAS PELO CIT/RS
Animais de companhia, principalmente cães e gatos, são responsáveis por 90% dos casos registrados pelo atendimento do CIT/RS. Os demais casos, 10%, ocorreram em outros animais.
Cão: a maioria dos casos ocorre por acidente e em cães jovens. Animais curiosos, brincam com tudo, muitas vezes tem apetite voraz e muitas vezes ingerem substancias tóxicas. Também por uso indevido de medicamentos ministrados pelos proprietários sem recomendação veterinária. Além disso, pode ocorrer contaminação mista, através da pele e por via oral- lambedura. Ex.: banhos com produtos inseticidas/carrapaticidas. Outra causa freqüente é o contato com animais peçonhentos - aranha armadeira, ofídios, abelhas, vespas e marimbondos.
Felinos: são animais muitos sensíveis a várias substâncias, mas são mais seletivos quando se trata da via oral. Tem o hábito higiênico de lamberem-se, o que aumenta o risco de intoxicação após aplicação de produtos por via cutânea.

PREVENÇÃO DAS INTOXICAÇÕES
- Em casa, manter longe do acesso dos animais, qualquer produto, não esquecendo que o correto armazenamento de substâncias inclui fechar os armários e recipientes contendo, como por exemplo, produtos de limpeza, medicamentos, pesticidas.
- Evitar o contato com animais peçonhentos, mantendo os locais onde vivem bem limpos, livres de entulhos e “esconderijos” para os animais peçonhentos.
- Somente medicar os animais após consultar o Médico Veterinário, nunca esquecendo que o cão e o gato não são “pequenos humanos”, e nem tudo que é atóxico e bom para as pessoas, é bom para os animais.
- Sempre acompanhar os animais em passeios, conduzindo-os pela guia, evitando assim que se exponham a produtos desconhecidos na rua. (ex.: raticidas clandestinos com o Chumbinho, fluoroacetato de sódio, estricnina, etc.).

PRIMEIRAS MEDIDAS EM CASO DE INTOXICAÇÃO
Retirar restos da substância do animal.
Guardar a embalagem do produto (vazia ou com resíduo) para identificação posterior.
Ligar imediatamente para o CENTRO DE INFORMAÇÃO TOXICOLÓGICA.
Levar o animal ao Médico Veterinário para atendimento adequado.



 Produtos de limpeza do dia-a-dia possuem alcalóides, ácidos e substâncias à base de petróleo que envenenam seu animal . Confira a lista abaixo:

Tira Manchas
Limpa Forno
Desinfetantes
Tabletes ou pó para maquina de lavar louça
Detergente
Querosene
Gasolina
Tinner
Lustra móveis
Cera para piso
Cera para sapatos
Soda cáustica


Plantas tóxicas
Oleandro (ou espirradeira )
Copo de leite
Comigo- ninguém-pode
Mamona
Pinhão roxo
avelós
Coroa de cristo
Bico de papagaio

Se o seu animal ingerir uma dessas plantas  levar ele  ao veterinário  junto com a planta que ele ingeriu .



sábado, 20 de setembro de 2014

A origem dos cães e dos gatos



As origens do cão doméstico baseiam-se em suposições, por se tratar de ocorrências de milhares de anos, cujos crescentes estudos mudam em ambiente e datação dos fósseis. Uma das teorias aponta para um início anterior ao processo de domesticação, apresentando a separação de lobo e cão há cerca de 135 000 anos, sob a luz dos encontrados restos de canídeos com uma cor próxima à do cinzento, misturados com ossadas humanas. Outras, cujas cronologias são mais recentes, sugerem que a domesticação em si começou há cerca de 30 000 anos, os primeiros trabalhos caninos e o início de uma acentuada evolução entre 15 000 e 12 000, e por volta de 20% das raças encontradas atualmente, entre 10 000 e 8000 anos no Oriente Médio. Além das imprecisões (falta de precisão) do período, há também discordâncias sobre a origem. Enquanto observa-se que os cães sejam descendentes de uma outra variação canídea, as mais aceitáveis são a descendência direta do lobo cinzento ou dos cruzamentos entre lobos e chacais(pequenos canídeos que abitam o continente africano).



As evidências baseiam-se também em achados arqueológicos, já que foram encontrados cães enterrados com humanos em posições que sugerem afeto. Segundo estes trabalhos de pesquisa, o surgimento das variações teria ocorrido por seleção artificial de filhotes de lobos-cinzentos e chacais que viviam em volta dos acampamentos pré-históricos, alimentando-se de restos de comida ou carcaças deixadas como resíduos pelos caçadores-coletores. Os seres humanos perceberam a existência de certos lobos que se aproximavam mais do que outros e reconheceram certa utilidade nisso, pois eles alertavam para a presença de animais selvagens, como outros lobos ou grandes felinos. Mais sedentários devido ao desenvolvimento da agricultura, os seres humanos então deram um novo passo na relação com os caninos. Eventualmente, alguns filhotes foram capturados e levados para os acampamentos na tentativa de serem utilizados. Com o passar dos anos, os animais que, ao atingirem a fase adulta, mostravam-se ferozes, não aceitando a presença humana, eram descartados ou impedidos de se acasalar. Deste modo, ao longo do tempo, houve uma seleção de animais dóceis, tolerantes e obedientes aos seres humanos, aos quais era permitido o acasalamento e que, quando adultos, eram de grande utilidade, auxiliando na caça e na guarda. Esse processo, baseado em tentativas e erros, levou eventualmente à criação dos cães domésticos.



Foi ainda durante a Pré-História que surgiram os primeiros trabalhos caninos e, com isso, começaram a fortalecer os laços com o ser humano. Cães de caça e de guarda ajudavam as tribos em troca de alimento e abrigo. Com o tempo, aperfeiçoaram o rastreio e dividiram o abate das presas com os humanos. Por possuírem alta capacidade de adaptação, espalharam-se ao redor do mundo, levados durante as migrações humanas e aparecendo em antigas culturas romanas, egípcias, assírias, gaulesas e pré-colombianas, tendo então sua história contada ao lado da do homem.



No Egito Antigo, os cães eram reverenciados como conhecedores dos segredos do outro mundo, bem como utilizados na caça e adorados na forma do deus Anúbis (Deus da morte). Esta relação com os mortos teria vindo do hábito de se alimentarem dos cadáveres, assim como os chacais. No continente europeu, mais precisamente na Grécia Antiga, cães eram relacionados aos deuses da cura, com templos que abrigavam dezenas deles para que os doentes pudessem ser levados até lá e terem suas feridas lambidas. Durante o período do Império Romano, os cães, sempre fortes e de grande porte, foram utilizados para a diversão do público em grandes brigas no Coliseu de Roma. Trazidos da Bretanha e da parte ocidental da Europa, eram mantidos presos e sem alimentos, para que pudessem ficar agressivos durante os espetáculos, nos quais deviam matar prisioneiros, escravos e cristãos. Sua fama ficou tão grande que as raças da época quase foram extintas, devido ao exagerado uso em guerras e apresentações.

Com o fim do Império Romano, o mundo entrou na fase da Idade Média, já com os cães espalhados pelo continente europeu, levados pelos mercadores fenícios do Oriente Médio à região mediterrânea e adentrado a região seguindo soldados romanos. Foi nessa época que os caninos perderam o relativo prestígio de antes, já que doenças como a peste negra “dominavam” a Europa e eram os cães que comiam os cadáveres nas periferias das cidades. A Igreja Católica, enquanto instituição mais influente passou a relacioná-los à morte e considerá-los criaturas das trevas. Sua mentalidade supersticiosa popularizou-os como animais de bruxas, vampiros e lobisomens. Tal influência, por incentivo da Inquisição, resultou em matanças de lobos, cães e híbridos. Indo ainda mais além, determinou decretos que diziam que se qualquer preso acusado de bruxaria fosse visitado por um cão, gato ou pássaro, seria imediatamente considerado culpado de bruxaria e queimado na fogueira. Apesar de toda a perseguição, no fim deste momento, os cães já começavam a ser vistos como companhia infantil.



Durante o Renascimento, a visão negativa sobre os cães foi desaparecendo, já que caíram no gosto dos nobres. Durante este período, os caninos eram utilizados para a caça esportiva e criados com cuidado dentro dos canis de cada castelo. Com as famílias livres para desenvolverem suas próprias raças, as variedades de cada região começaram a surgir. Estas novas raças eram consideradas tesouros não encontrados em nenhum outro lugar do mundo, e por isso, dados de presente entre a nobreza, por representarem grande sinal de riqueza. Esta atitude ajudou a espalhar ainda mais a variedade e a preservar determinadas raças, quando em seu lugar de origem acabavam exterminadas. Adiante, também na Europa, nasceram os cães de companhia, já que o apreço por eles crescia, conforme se via a fidelidade. Guilherme de Orange dos Países Baixos chegou a declarar que seu cão o salvou de um atentado. Ao mesmo tempo em que a diversidade crescia no continente, tribos siberianas usavam seus cães para praticamente tudo, já que eram bastante fortes e úteis para locomoção e outras atividades. Estes caninos, importados da Sibéria, ajudaram o ser humano na conquista dos polos pelos primeiros homens a pisar no Polo Sul e Polo Norte, puxando seus trenós.





No período das grandes navegações, os homens migraram ao Novo Mundo com seus caninos. Apesar de não ser desconhecido dos povos pré-colombianos, a variedade o era. Também durante a conquista, a presença deste animal teve sua utilidade: nas guerras contra os nativos, farejadores eram utilizados para encontrar e matar os índios. A respeito disso, há a lenda de que, na atual República Dominicana, milhares de indígenas foram exterminados por uma tropa de 150 soldados de infantaria, trinta cavaleiros e vinte cães rastreadores. Durante o século XIX, apesar de polêmicos, os treinamentos dos caninos para lutas e guerras, ganhou popularidade como na época de Alexandre. Nessa fase, algumas raças foram compostas por animais menores, mais brutos e de musculatura mais forte, como o Bull Terrier.



No século seguinte, eventos tornaram a marcar a evolução canina. As guerras mundiais extinguiram as raças das regiões mais afetadas e ajudaram a popularizar as variedades militares, como o Pastor Alemão e o Dobermann, enquanto rastreadores. No Japão, em plena guerra, o imperador decretou que todos os cães que não Pastores Alemães fossem mortos para a confecção de uniformes militares com seu couro. Devido a isso, muitos criadores de Akitas cruzaram seus animais com pastores alemães, para tentar fugir ao decreto. Os resultantes destes cruzamentos, levados aos Estados Unidos pelos soldados, foram os primeiros na criação de mais uma nova raça. Foi também após as guerras mundiais que surgiram os primeiros centros de treinamento de cães-guia de cego.



Modernamente, apesar de fazer parte da história humana desde a imagem divina aos soldados das guerras, o cão tornou-se um animal de estimação apenas no século XX, já adaptado aos modos de vida dos seres humanos, devido a sua habilidade de fazer de diversos ambientes os melhores possíveis, e ao voltar suas capacidades de aprendizado à domesticação. Diz-se que esta relação entre os dois mais numerosos carnívoros do mundo deve-se à compreensão e à evolução cerebral canina em entender o que querem as pessoas.






A origem do gato 



De acordo com um estudo genético realizado e posteriormente publicado na revista Science, o gato doméstico é descendente do Felis Silvestris Lybica, o qual nasceu do cruzamento entre cinco espécies selvagens distintas, ocorrido há mais de 100 mil anos. Os cientistas envolvidos nesta pesquisa descobriram gatos selvagens com DNA idêntico ao dos gatos domésticos, em Israel, Emirados Árabes Unidos, Bahrein e Arábia Saudita.
O estudo concluiu que apesar da árvore genealógica dos gatos domésticos indicar a origem em cinco tipos de felino selvagens, tal não significa que este animal foi domesticado cinco vezes.
Existem indícios de que o ancestral do atual gato doméstico tenha sido domesticado uma vez e posteriormente se tenha cruzado com outros gatos selvagens. Assim, tudo indica que a mudança da vida selvagem para a atual l foi algo progressivo no tempo e que deverá ter sido uma experiência de adaptação notável, considerando que os felinos são sobejamente conhecidos pela sua natureza feroz e letal.
A domesticação do gato pelos humanos apenas começou há cerca de 10 a 12 mil anos atrás, mais precisamente quando os agricultores começaram a cultivar as primeiras variedades de cereais. É sabido que cereais atraem roedores e que os felinos são os melhores caçadores que a natureza criou. Conclui-se, portanto, que a adaptação dos gatos à caça dos roedores que invadiam os locais de armazenamento dos cereais foi uma evolução nascida da necessidade humana.
A importância dos gatos foi tal que o povo egípcio os considerava sagrados. Esses animais eram tão venerados que existiam leis a proibir que os gatos fossem levados para fora do Egipto. Quem fosse apanhado a traficar um gato era punido com a pena de morte e quem matasse um gato recebia pena igual. Inclusive  quando um gato morria de morte natural era mumificado e os seus donos eram obrigados a usar trajes de luto.

Apesar de todas as proibições, acredita-se que terá sido o povo Fenício a levar os gatos nas suas embarcações para a Europa, por volta de 900 a.C., mais precisamente para Itália.
Quando os romanos invadiram o Egipto, os gatos começaram a acompanhar os exércitos introduzindo-se assim por toda a Europa. Foi assim que chegaram à Inglaterra onde o príncipe de Gales promulgou várias leis de proteção a este pequeno animal. Uma das mais curiosas era a lei que determinava que a pena para quem matasse um gato era paga em trigo, da seguinte forma: o gato morto era segurado pela cauda na vertical, ficando com o focinho junto ao chão e era deitado trigo sobre ele até que a ponta da cauda ficasse coberta.
Os gatos foram, durante muito tempo, acolhidos pelos humanos como um excelente animal doméstico, apreciado pela sua beleza e habilidade em caçar roedores. Aliás essa sua habilidade foi muito usada no combate aos ratos, enquanto transmissores da Peste Bubônica.
Apesar disso, nem todos os tempos foram bons para os gatos. Durante a Idade Média surgiram vários cultos que eram considerados demoníacos e hereges. Como os gatos faziam parte desses cultos, passaram a ser vistos como seres ligados ao demônio e às bruxarias, principalmente os de cor preta. Qualquer pessoa que fosse que fosse vista a ajudar um gato arriscava-se a ser acusada de ser bruxa e a ser torturada e queimada viva.
Esta mentalidade custou a vida a centenas de milhares de gatos, que foram cruelmente perseguidos, capturados e queimados em fogueiras. Foi o período da história em que ocorreu o maior decréscimo na população de gatos.
Foi também desta onda de perseguição que nasceram as superstições relacionadas com gatos, que subsistiram até ao final do século XVIII, tal como a superstição de que passar por um gato preto dá azar. Felizmente este preconceito diminuiu e durante o século XIX os gatos recuperaram a sua aceitação no seio da população.
Atualmente os gatos são o animal doméstico mais popular em todo o mundo, fazendo companhia à população de quase todas as culturas e continuando a ser utilizados pelos agricultores como um meio barato e altamente eficaz de controlar a população de determinados roedores.


quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Nutrição do seu animal

nutricaoadulgato




Os médicos veterinários são unânimes quando se trata da alimentação de cães e gatos: a ração deve ser o único alimento que o dono deve dar aos seus animais. Nada de verduras, frutas ou restos de comida. "Os cachorros e gatos são animais carnívoros. O estômago deles não absorve bem os alimentos consumidos pelas pessoas", explica a veterinária Vanessa Lins. 

A ração de boa qualidade, ao contrário, possui todos os nutrientes de que um cachorro ou um gato necessita. São desenvolvidas para oferecerem aos animais uma alimentação balanceada com proteínas e minerais nos níveis adequados. 

Freqüência
Os adultos devem ser alimentados de duas a três vezes por dia. Já os filhotes devem ser alimentados com mais freqüência, de três a cinco vezes por dia. 

Quantidade
A quantidade de ração diária varia de acordo com a composição da ração. O melhor é seguir a tabela que geralmente vem nas embalagens das rações. 

Sobrepeso e subnutrição
A alimentação irregular pode causar diversos problemas de saúde ao animal. Caso a alimentação não forneça os nutrientes necessários, o animal pode apresentar sintomas de desnutrição, como pêlo opaco e quebradiço, costelas visíveis, cios irregulares e crescimento retardado. Se, ao contrário, a alimentação for excessiva, pode causar a obesidade, que traz consigo problemas como diabetes. 

Exemplo: identifique na imagem a condição corporal do seu cachorro.
 







segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Ajuda para a Sociedade protetora dos animais de Curitiba




Como surgiu .

No começo, em 20 de abril de 1972, fundada pela Professora Enid Bernardi, a SPAC dispunha somente de um escritório para orientar a população. Mas desde a fundação seu objetivo sempre foi claro: proteger e defender animais carentes ou maltratados.
Em 1975 a SPAC mudou para um local onde, além de orientar a população, pôde oferecer cuidados veterinários aos animais necessitados. Mas ainda faltava algo para os animais da cidade: um lar provisório, para onde pudessem ser levados e tratados até serem encaminhados para lares responsáveis. Este objetivo foi alcançado em 1979, quando a SPAC passou a ocupar um imóvel alugado, no Santa Cândida, que atualmente abriga em torno de 1.000 animais, entre cães e gatos.
Já possuímos um terreno no município de Colombo, mas por falta de condições financeiras ainda não conseguimos terminar de construir nossa sede própria.
Apesar da estrutura atual não ser apropriada, do embargo, e das dificuldades financeiras que a entidade enfrenta, a SPAC atende diariamente animais feridos e doentes resgatados em vias públicas e retirados de seus lares por denúncias de maus tratos. A SPAC é atuante em verificações, registro e acompanhamento de denúncias de maus-tratos junto aos órgãos competentes. Participamos de ações de conscientização da população e para implantação de políticas públicas para prevenção do abandono, controle populacional humanitário e defesa dos animais.
A SPAC é uma organização não governamental sem fins lucrativos e não recebe ajuda do município.
Para se manter conta com doações de particulares e com a renda da clínica veterinária que funciona no local, com profissionais competentes que prestam atendimento (consultas, vacinações, cirurgias eletivas e de emergência) a animais da comunidade com valores acessíveis a pessoas de baixa renda. Os animais sob a responsabilidade da entidade são atendidos voluntariamente pelos médicos veterinários da SPAC.
Esterilizações podem ser agendadas por telefone ou no local. Além de fazer um bem para seu animal você estará contribuindo com a SPAC.


Precisando de doações urgentes 


Eles estão  precisando de doações  urgentes  não conseguiram pagar o aluguel  e estão tendo  muitas dificuldades  precisando de rações , quem puder  ajudar   doando dinheiro , ração  etc...

As rações podem ser entregues  na entidade 
R. Prof. Sandália Monzon , 140- Santa Cândida  Curitiba 
Horário de atendimento :
Segunda a sexta - 09:00 as 21:00 hrs
Sábados - 09:00 as 15:00 hrs
Domingos e feriados - 09:00 as 12:00 hrs  

As doações em dinheiro  podem ser feitas 
Titular: Sociedade Protetora dos Animais de Curitiba
CNPJ: 75.126.474/0001-83
Banco: Itaú (341)
Agência: 8616
Conta Corrente: 15283-4

Vamos ajudar a eles continuarem com esse trabalho tão bonito !

Ajude a acabar com essa triste realidade .Ajude essa ong a continuar .



Veja nessa matéria ideias de casas sutentáveis para cães e gatos

Quem tem animais de estimação em casa, sejam gatos ou cachorros, sabe como é difícil delimitar espaço e fazer com que eles utilizem as camas, sem estragar sofás ou encher a casa toda de pelos,Eu  fiz uma seleção de camas divertidas e aconchegantes para aguçar a sua criatividade. Recicle ou reinvente espaços na sua casa e crie algo que seja confortável para o seu pet sem sair do design do seu ambiente, com muito charme e estilo.Escolha seu estilo e crie a sua .













Casinha feita de papelão  os gatos adoram





Lata de tinta


Pneu de carro



Mala




Casaco ou blusa  velho




Bacia


Casinhas feita com móveis 






















sábado, 13 de setembro de 2014

Diga não ao uso de casacos de pele




Muitas mulheres e homens são fascinados por casacos de peles. Na história do cinema, vimos milhares de DIVAS e GALÃS, usando essas famosas peles em forma de casacos.

Farei um breve resumo de como os casacos de pele entraram na vida da sociedade CLASSE AA:


A ideia de transformar animais em casacos de pele virou moda no século XIX. As mulheres queixavam-se de que os vestidos de festas cobriam pouco o corpo e eram fracos e finos para enfrentar o inverno europeu.


Dessa forma, as senhoras da sociedade, começaram a usar peles macias de animais, para cobrirem os ombros e diminuir o frio. Animais como RAPOSAS, LEBRES, CHINCHILAS, MARTAS E VISONS eram as mais desejadas. As peles eram reluzentes e combinavam com o estilo de tecidos nobres usados naquele tempo.


O hábito de usar peles se consagrou no século XX e provocou uma devastação sem precedentes. Muitos animais, entre eles, filhotes, foram mortos sem ao menos terem a chance de ver a luz do dia ou desfrutarem de um passeio ao ar livre pelos campos. Ao nascerem, ficavam confinados num cubículo escuro e pequeno, só esperando a hora da morte. Alguns chegaram até a quase extinção.


O NOME DESSE BICHINHO É VISON


Você sabe quantos animais precisam ser mortos  para fazer  um casaco  de pele ?E quais os métodos que eles usam para matar ?

Desde focas e chinchilas até raposas e linces, milhões de animais são mortos todos os anos para a confecção de casacos de pele no mundo. Só na França são abatidos 70 milhões de coelhos por ano para esse fim. Mas a indústria dos casacos de luxo é alvo de críticas. Para as organizações de defesa dos animais, mais do que injustificada - há tecidos sintéticos e naturais que cumprem a função -, a atividade é extremamente cruel. O sofrimento já começaria na captura do bicho, que pena nas mãos dos caçadores - as focas, por exemplo, são mortas a pauladas na cabeça, para não danificar a pele. Mesmo quando criados em cativeiro, os animais viveriam em condições degradantes e padeceriam horrores na hora de extrair a pele. Os produtores, por sua vez, contestam o que chamam de sensacionalismo das entidades. "No caso da chinchila, a morte ocorre pelo destroncamento de uma das vértebras cervicais. É um processo indolor, sem sangue ou sofrimento", diz Carlos Perez, presidente da Associação dos Criadores de Chinchila Lanífera (Achila). Para os defensores dos bichos, porém, a crueldade fica óbvia quando se leva em conta que, ao contrário do que rola com vacas e frangos - mortos para alimentar pessoas -, no caso da indústria da moda os animais são sacrificados apenas para alimentar a vaidade alheia.
Matado para vestir 
Confira o polêmico passo-a-passo da confecção de um casacão de madame
1. Os animais usados para fazer casacos de pele podem ser criados em cativeiro (como chinchilas, coelhos e martas) ou ser caçados em seu habitat (como focas, ursos e lontras). O abate rola quando o bicho atinge a maturidade e ocorre sempre no inverno, quando o pelo é mais longo, brilhante e abundante
2. Há vários modos de abater o bicho. Eles podem ser mortos a pauladas, ser estrangulados - método indolor, segundo os produtores - ou, entre outras técnicas para resguardar a pele, ser eletrocutados com a introdução no ânus de ferramentas que fritam os órgãos internos
3. Depois que o animal é morto, é hora de extrair sua pele. Há várias formas de escalpelá-lo, algumas mais profissionais e outras rudimentares e violentas
Profissional 
a. Nas fazendas de criação de chinchilas, faz-se um pequeno corte no lábio inferior do animal e outro próximo ao órgão genital
b. Em seguida, é introduzida uma vareta de ferro de um ponto a outro. Ela funciona como um suporte-guia para o corte
c. Com um bisturi, se desprega a pele do animal, evitando danificá-la. Quanto mais intacto o couro, maior o seu valor de mercado
Amador 
a. Nos modos mais cruéis, como rola em alguns locais da China, o animal é morto a pauladas e suas patas são decepadas
b. O bicho então é dependurado pelo coto da pata, e seu couro é extraído a partir desse ponto com a ajuda de uma faca
c. A pele é puxada com força, como se fosse tirada ao avesso. Em muitos casos, o animal ainda está vivo durante esse processo
4. Uma vez retirada, a pele é presa com alfinetes ou pregos numa tábua, onde ficará por alguns dias no processo de secagem. Nessa etapa, ela ganha forma definitiva e não vai mais encolher nem sofrer deformações
5. O passo seguinte é o curtimento da pele. Num curtume, ela passa por banhos químicos para retirada de sujeiras, cheiro e gordura, evitando que apodreça mais tarde. Ela também pode ser tingida
6. Após o curtimento, as peles vão para as confecções, onde são costuradas umas nas outras até tomarem a forma de um casaco. No acabamento, é aplicado um forro, em geral de cetim, na parte interna
Roupa tamanho  morte 
Veja quantos animais precisam ser mortos para fazer um casaco de pele de comprimento médio
. 125 arminhos
. 100 chinchilas
. 70 martas-zibelinas
. 50 martas-canadianas
. 30 ratos-almiscarados
. 30 coelhos
. 27 guaxinins
. 17 texugos
. 16 coiotes
. 14 lontras
. 11 linces
. 9 castores

Então  pense duas vezes  em comprar qualquer produto que use pele de animal .Os animais agradecem 




sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Porque ajudo os animais



Porque ajudo animais tendo tanta gente precisando?
Pq não existe um projeto nacional (Minha Casa Minha Vida) para animais abandonados...
Pq não existe Sistema Único de Saúde para atender animais doentes, espancados ou mutilados...
Pq não existe um Conselho Tutelar pra atender animais que não têm “direitos” por ação ou omissão da sociedade ou Estado...
Pq não existe aposentadoria para animais que puxam carroça, são tratados como lixo e após anos de trabalho escravo são abandonados.






Você sabe qual o animal ideal para cada dono ?

Descubra  que tipo de animal  tem mais a ver com sua personalidade, comportamento e estilo de vida .Qual desses animais combina com você ?






quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Ajude a preservar nossas floresta Amazônica assine a petição

Pecuária Maior vetor do desmatamento na região, a pecuária vem tomando conta da Amazônia. O que antes era floresta passou a ser capim, e hoje 80% das áreas degradadas já viraram pasto. Os bois fazem a festa. Depois da farra, boa parte da terra utilizada é abandonada. Sem recuperar os nutrientes perdidos, o solo torna-se improdutivo e novas áreas são desmatadas para abrigar os rebanhos extensos e famintos.




Assine a petição  não permita  o desmatamento !



CLIQUE NA IMAGEM  PARA ASSINAR A PETIÇÃO 

O que as crianças não deveriam fazer com os cães



quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Bebedouro de gato fácil de fazer






É uma ideia bem fácil de fazer  e os gatos que costumam beber água  na torneira da pia  vão adorar  e não é tão caro de fazer  segue a lista de material :
1- Pote de sorvete 1kg  , mas também pode ser feito com qualquer pote  de plástico  desde que tenha tampa .

2- Moto bomba submersa de vazão 60 a 170  1/H , coluna d' água de 55 cm  e consumo  2W .

3 - 20 cm  de mangueira transparente .
Custo do material 

R$40,00 e 2 horas de mão de obra 

Modo de fazer 

Vá em uma  loja que vende material de aquário  e compre a  moto bomba que vai submersa .A mangueira  também se compra na loja de aquário .
Faça vários furos  na tampa do pote  de forma que com a bomba regulada  no segundo estágio  depois do mínimo Daí é a tentativa  e erro  até encontrar a vazão  certa com a quantidade  de furos feito na tampa .

O que pode ser necessário  é ajustar a posição  da mangueira  conforme a queda d' água .
Se a mangueira que você comprou  for rígida  use o isqueiro para amolecer , ligue a bomba para ajustar a posição da queda .
Ser for necessário , com um estilete , faça  um pequeno corte em V  na parte de baixo  da boca  logo na saída da água .Isso ajuda  a posicionar melhor  o ponto da queda d' água .
E pronto seu gato vai adorar ! 
E ainda pode enfeitar o pote  com  o que sua imaginação  criar .




terça-feira, 9 de setembro de 2014

Marcação territorial de cães e gatos o que significa ?



Entenda a necessidade da marcação de território para cães e gatos, e saiba como contornar a situação quando ela se torna um problema

A marcação de território por animais é uma ação bastante conhecida, tanto pelos donos e amantes de pets como pelos leigos. No entanto, a motivação de cães e gatos que adotam com frequência esse tipo de comportamento pode ser bastante variada, e entender as causas dessas ações pode ser de grande ajuda para evitar que o problema continue.

Embora a marcação de território possa não passar de uma fase na vida dos animais, há casos em que isso vira um hábito, causando muita dor de cabeça e preocupação para os donos de pets que insistem em marcar presença por onde quer que passem.

Além das motivações mais conhecidas – que incluem o envio de uma mensagem para mostrar seu domínio sobre um determinado ambiente e, no caso de fêmeas, para avisar que estão em fase de reprodução – a marcação territorial dos animais também pode acontecer por questões psicológicas do pet que, por ser muito inseguro ou precisar de mais atenção por parte dos donos, pode passar a urinar por toda a casa.

No entanto, nestes casos, o tratamento e o treinamento para que o animal passe a controlar este comportamento é diferente, e os problemas que influenciam o desencadeamento desse tipo de ação devem ser levados em consideração, já que ele não ocorre em função do simples instinto de cães e gatos.

Diversos fatores que incluem doenças e outras complicações com a saúde do animal (além de problemas psicológicos, como a depressão) também podem servir de gatilho para que um pet se comporte como se estivesse marcando território.

Por isso, ao notar ações muito constantes nesse sentido, é sempre uma boa pedida agendar uma consulta com um profissional em comportamento dos animais, já que a simples falta de treinamento e a desobediência de um animal podem ser facilmente confundidos com a marcação territorial. Neste artigo, você aprende um pouco mais sobre este comportamento tão comum na vida de cães e gatos, entendendo que tipo de fatores podem ser relevantes para o seu aparecimento e se informando com boas dicas para controlar seu pet.



Marcação de território de cães



Embora seja algo típico de cadelas no cio, a marcação de território pode ser um comportamento apresentado por machos e fêmeas, sendo que a maior incidência desse tipo de ação ocorre com os machos. A castração dos cães é um fator que pode amenizar um pouco estas atitudes, no entanto, não é garantia de que elas cessem, e muitos cachorros seguem executando as ações características de marcação territorial mesmo depois de castrados.

Entre as diversas causas que impulsionam os animais caninos a agir desta maneira, há uma que também serve como um facilitador para muitos outros problemas físicos e até psicológicos: as mudanças. Tudo o que for novo no ambiente e na vida de um cão com tendências maiores a marcar território pode ser motivo suficiente para que as ações típicas comecem, incluindo desde a colocação de móveis novos na casa até a visita de pessoas desconhecidas pelo pet.

Contando com um faro absolutamente delicado, os cachorros têm no cheiro de sua urina o ingrediente perfeito para se comunicar com outros animais, mostrando que, naquele local específico, quem manda é ele. Por meio do olfato, outros animais que passarem pelo local demarcado como território de algum cão poderão notar tanto que não são bem-vindos naquele ambiente (habitado e dominado por outro cão) como há quanto tempo o “dono do pedaço” esteve por ali.

No caso das fêmeas, a receptividade sexual é a principal mensagem enviada nos casos desse tipo de comportamento, já que – assim como a urina dos cães machos – as substâncias e os hormônios presentes na urina das fêmeas no cio anunciam por grandes distâncias a sua disponibilidade para o acasalamento. Em casos assim, o controle do pet é ainda mais importante, já que a cadela pode atrair mais um grande grupo de cachorros machos, que tentarão marcar território a todo custo nas redondezas para garantir seu domínio sobre a fêmea.

Cachorros que ficam muito sozinhos em casa e se sentem abandonados também podem desenvolver o comportamento de marcação territorial; e nem sempre isso é sinal do aparecimento de alguma complicação psicológica – já que, ao ficar rodeado por espaços que contam com a sua “marca registrada”, os cães se sentem mais seguros, construindo e melhorando sua autoconfiança.

Entre as principais características deste comportamento instintivo dos cães está o fato de que, na demarcação de território, a urina é liberada pelo animal em quantidade bem pequena – ao contrário de quando o animal precisa, simplesmente, fazer suas necessidades fisiológicas.

Outro fator que pode ajudar a diferenciar uma ação de desobediência ou falta de treinamento da marcação territorial é, justamente, o local onde o “recado” é deixado. Móveis, outros cachorros e até pessoas podem acabar vítimas de uma urinada do cão que quer marcar território; enquanto uma poça de urina no meio da sala de sua casa não é um sinal desse instinto, mas sim, um indicativo de que seu pet deve ser adestrado.



Marcação territorial de gatos



O comportamento dos gatos que marcam território é bastante parecido com o dos cães e, além de fazerem xixi nos locais que desejam dominar, os felinos também podem defecar nos ambientes para mostrar o seu comando. No entanto, embora as características das ações sejam parecidas, para os bichanos esse tipo de ação ocorre mais por uma disputa de ambiente, de fato, do que por uma disputa de soberania (como normalmente ocorre com os cães).

Mostrar disponibilidade sexual (no caso das fêmeas) ou interesse no acasalamento também fazem parte das motivações felinas para a marcação territorial, que liberam substâncias hormonais na urina tanto para atrair animais do sexo oposto como para afastar os do mesmo sexo. O afastamento de possíveis competidores, outros animais e o reconhecimento facilitado de novos ambientes e objetos também fazem parte da lista de causas deste comportamento em bichanos.

Diferenciar as ações dos gatos que desejam demarcar um território dos que não são treinados para fazer suas necessidades no lugar correto, no entanto, é muito mais fácil que no caso dos animais caninos.

Além de escolherem locais um pouco mais epecíficos, os gatos que querem mostrar domínio de um ambiente tem uma maneira diferente de espalhar sua urina, que sai como um jato direcionado para trás – se espalhando e deixando o ambiente dominado pelo cheiro de seu xixi; que pode, inclusive, alcançar superfícies verticais e horizontais, tamanha a força do lançamento de jato (apelidado de “spraying”).


Como controlar os animais que marcam território



Embora não seja garantia do fim da marcação territorial, a castração de cães e gatos pode ajudar muito no processo de educação de um animal que mostra esse tipo de comportamento. No caso dos cachorros, cerca de 60% dos pets castrados apresentam uma melhora considerável em relação a estas ocorrências; enquanto os bichanos (principalmente os machos) melhoram ou extinguem a marcação de território de suas atividades em até 90% dos casos.

O ideal é que a castração seja realizada antes que o animal atinja sua maturidade sexual, já que as chances de que ele se torne um marcador de território frenético diminuem, significativamente, nestes casos. No entanto, conforme já foi citado, a castração não é uma garantia e, portanto, ensinar regras e impor limites para o seu pet continua sendo imprescindível.

A contratação de um adestrador pode ser bastante útil em casos do tipo, entretanto, os próprios donos de bichinhos de estimação podem contribuir para que sejam extintas esses tipos de ações da vida do animal e passar bastante tempo com ele (brincando, dando atenção e carinho) pode ser o primeiro passo para evitar as ocorrências já que, eliminando o fator da “solidão”, as chances de se pet marcar território para se sentir mais seguro caem de maneira significativa.

Supervisionar as ações do seu pet e ficar atendo para recompensá-lo por atitudes corretas - e repreendê-lo por comportamentos errados - também é uma boa opção para ensiná-lo e impor limites. Para que esse processo de aprendizado funcione, é importante que o dono do pet tenha bastante tempo para monitorar as atividades do seu amigão, já que todo tipo de ação deve ser “registrado”.

Portanto, ao marcar território nos locais indicados como apropriados, o cão ou o gato em questão deve receber algum tipo de recompensa, reforçando o comportamento; da mesma forma que, quando a ação é feita no ambiente errado, o animal deve receber algum tipo de punição, como um aviso sonoro leve – como um chocalho ou o estouro de uma biribinha - precedido por um “NÃO” em alto e bom som. Não é demais lembrar que, seja qual for a sua escolha de punição, ela NUNCA deve ser física, e que a agressão a animais é crime.


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